Brasília, 04/06/2008 - 22h00

Veja a entrevista de Dormevilly Tertius e o seu conceito sobre o MakerAll.

Dormevilly Tertius foi até a última semana gerente de Novas Tecnologias da empresa americana Borland, uma multinacional especializada no desenvolvimento de produtos, soluções e serviços na área de TI, que no Brasil tem sede em São Paulo. Veja como ele encara o seu novo desafio e como conceitua o Maker:

PERGUNTA – No Brasil, é mais comum que os bons executivos deixem empresas nacionais para ingressarem nas multi-nacionais. Você está fazendo o caminho inverso. O que lhe atraiu na Softwell?
DORMEVILLY TERTIUS –
Saí de uma empresa a quem devo tudo, a Borland Latim América Ltda., uma empresa que me transformou no profissional que sou e principalmente na pessoa que me tornei. Depois de tantos anos é difícil acreditar nesta “separação”, mas a oportunidade de fazer parte de uma empresa brasileira que começa a mudar a história do desenvolvimento de software no mundo foi muito grande. Foi esse desafio que me atraiu na Softwell.

PERGUNTA – Qual é a aposta que você faz aceitando o convite da Softwell para dirigir a filial São Paulo que atenderá às três mais importantes regiões do Brasil em relação ao mercado brasileiro de softwares?
DORMEVILLY TERTIUS –
Nossa operação nesses mercados deve ser precisamente de apresentar o produto e suas vantagens a usuários de tecnologias mais antigas mostrando o seu magnífico desempenho na construção de aplicações web. O objetivo da filial é mostrar esse novo conceito e expandir essa nova tecnologia para essas regiões do Brasil.

PERGUNTA – Com a sua experiência neste mercado ao longo de 15 anos como executivo da Borland, em que medida o conceito construtivo do Maker lhe surpreendeu?
DORMEVILLY TERTIUS –
A facilidade de desenvolvimento e o foco nos objetivos assim como a simplicidade do Maker me surpreenderam. O mercado de um modo geral está carente deste tipo de tecnologia.

PERGUNTA – Estamos realmente próximos do fim das primitivas linhas de código no negócio da programação?
DORMEVILLY TERTIUS –
Esta não é a primeira ferramenta criada para modificar a simbologia utilizada para interação do homem com a máquina – comumente chamadas de linguagens de programação. Entretanto, o Maker realmente tem a capacidade de aliar poder à simplicidade facilitando assim o desenvolvimento de software.

PERGUNTA – Então, o Maker representa uma revolução tecnológica feita no Brasil?
DORMEVILLY TERTIUS –
O Maker é um produto que está muitos passos à frente dos seus principais concorrentes existentes no mercado nacional e internacional. Não duvido que novas ferramentas sejam criadas utilizando o Maker como modelo num futuro próximo.

PERGUNTAO que você diria aos desenvolvedores que ainda não conhecem o Maker?
DORMEVILLY TERTIUS –
Como disse Caetano Veloso na música “Sampa” – A mente apavora o que ainda não é mesmo velho – o ser humano tem o “medo” de mudar, sou um desenvolvedor que há mais de 23 anos sempre acreditou na “linha de código”, vi o Maker e me apaixonei, o que posso dizer: - Abram suas mentes, não tenham medo de conhecer, vejam o poder e a facilidade que o Maker pode proporcionar. Sejam vocês um “Maker” também.

Dormevilly Tertius
Diretor Comercial
tertius@softwell.com.br

 
 
  Fonte: Softwell
 
 
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